O que significam as suas Fantasias

Todos temos as nossas fantasias. Umas mais correctas, outras nem tanto. Ou será que não existe correcto no que toca a desejos íntimos?

Estamos habituados a lidar com a pressão social, a guiar-nos por estereótipos sociais, a desempenhar o nosso trabalho sem questionar e, essencialmente, a assumir que os desejos mais ocultos são isso mesmo, ocultos.

Todavia, não existe correcto nem incorrecto. O desejo de uma pessoa pode não ser o mesmo de outra. Mas isso não o classifica como menos correcto. Existem várias teorias sobre o que, realmente, as nossas fantasias indicam. A forma como pensamos e as encaramos também diz muito de nós.

A verdade é que, mesmo não admitindo perante ninguém, temos instintos que acabam por resultar em fetiches. E esses fetiches derivam de alguma parte da nossa vida, seja esta escondida ou exposta a olhares públicos.

Os nossos segredos e fantasias que não partilhamos com ninguém, mas secretamente nos vemos a ansiar, podem ser uma forma de aliviar o stress, combater a ansiedade e nos percebermos a nós próprios. A ideia pré-concebida de que a relação sexual tem de ser um acto meramente físico, está longe de ser verdade.

O que sentimos, o que desencadeia esse sentimento e vontade de desafiar as leis da sociedade, são alguns dos pontos-chave para compreender e aceitar a nossa natureza mais selvagem.

Passando a exemplos concretos:

Uniformes: Sendo esta uma fantasia muito comum, seja pelo facto de ser considerada cliché ou por várias pessoas a declararem, a verdade é que alguma parte da nossa personalidade está relacionada com esta fantasia. O sentimento de longevidade e de autoridade são, muitas vezes, o factor-chave para esta fantasia. Dentro de quatro paredes, a autoridade pode ser revertida.

Dominância: O que pode parecer controverso para muitos, até politicamente incorrecto, é uma forma de espelhar as nossas frustrações e ansiedades do nosso quotidiano. Somos forçados a apresentar máscaras, a encarar personagens no trabalho, com amigos e até familiares. Todavia, quando temos o poder nas mãos ( pela escolha de outra pessoa) sabemos que podemos fazer o que queremos e que essa experiência vai ter frutos benéficos para nós próprios e a outra pessoa.

Submissão: A ideia de poder desligar do mundo, de confiar que a outra pessoa sabe o que está a fazer é uma forma de auto-controlo para algumas pessoas. No entanto, este desejo pode ser entendido como controverso. O que mostramos ao mundo e o que nos permitimos mostrar em privado, não têm de ser antagónicos. Uma personalidade forte pode ter desejos de submissão, e o contrário também pode ocorrer. São opções válidas e correctas.

Voyeurismo: Vivemos num mundo de aparências, onde o que aparentamos e o que os outros aparentam é sinónimo de algo. E esta aparência pode levar a que desperte em nós um sentimento de frustração. Por isso mesmo, o desejo de sermos observados enquanto praticamos actos sexuais e observar outros, ajuda a conseguir, não só encarar de frente este sentimento, como conseguir tomar controle das nossas vidas, mesmo que num curto espaço de tempo.

Em suma, o que desejamos e ansiamos não tem de ser motivo de constrangimento. Nem todos entenderão as ideias, pensamentos e desejos que cada um de nós tem em si inerente.  A atitude instintiva é a de fazer julgamentos. Mas, no íntimo, todos temos pensamentos que serão julgados por outras.

Por isso mesmo, não se iniba. Conheça os seus desejos ocultos e descubra o que faz palpitar o seu coração, deixando-o no pico da adrenalina.

Se gosta da temática Vida Íntima, espreite os nossos artigos sobre Fantasias Femininas e Fantasias Masculinas.

Divirta-se a descobrir os seus segredos mais escondidos!

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